PRAÇA DA REPÚBLICA

Endereço: Avenida Getúlio Vargas, Esquina Com A Rua 13 De Junho, Bairro Centro Norte

* Estacionamento: Gratuito Descoberto
* Forma de Pagamento: Dinheiro Cartão de Débito Cartão de Crédito Pix
* Acessibilidade: Calçada Rebaixada Calçada Rebaixada Rampa Rampa

Parte integrante do núcleo urbanístico de uma cidade altamente colonial e ribeirinha. Do rio Cuiabá para praça surgem as várias situações urbanísticas, a população foi crescendo em volta dessa praça, é a partir dali que a Capital se expandiu. O espaço, nos primórdios da história, era chamado de ‘Lago da Matriz’ e abrigava, em meio às palmeiras imperais, o pelourinho e a cadeia da Província cuiabana. Era lá também que os portugueses se reuniam para debater política. Vários episódios religiosos, políticos e culturais da história do Estado aconteceram no Lago da Matriz. Foi logo após a Proclamação da República, com a chegada dos avanços tecnológicos ao estado e então à cidade começou a ganhar um dinamismo com as melhorias urbanas. Nesse período, Cuiabá vive uma grande reforma, onde a maioria das praças ganham novos ‘chamaris’. E foi nesta divisão de marco que aconteceu a primeira a primeira ‘queda de braço’ entre igreja e os governantes, que dominavam a política da época. De um lado os Bispos brigavam para que o espaço ganhasse o nome de “Praça dos Padres”, do outro os governantes, com suas tropas desbravadoras, se sentiam ‘donos’ das revoluções e não aceitavam as vontades da Arquidiocese. Foi então, que o governador, à época Mário Corrêa, impôs seu poder e o antigo Lago da Matriz passa a se chamar, em 1920, “Praça da República” – conhecida também de “Centro do Poder”. É extremamente visível a importância da Praça da República como um primeiro núcleo urbanístico de uma cidade altamente colonial e ribeirinha. Do rio Cuiabá para praça é que surgem as várias situações urbanísticas, a população foi crescendo em volta dessa praça, é a partir dali que a capital se expandiu. Outros elementos deste cenário, que ajudam a contar nossa história são as esculturas. Para representar um período de "modernidade", nos quatro cantos extremos da praça têm-se esculturas, com traços de anjos, representando as quatro estações do ano. Mais adiante, na parte direita, uma criação do artista Jonas Corrêa, a estátua da justiça, que foi batizada de “manifesto em favor dos pobres e os tratamentos as crianças”.

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